Destino Capão - Vale Do Pati – Andaraí

04 dias e 03 noites
Classificação da trilha: pesada
Hospedagem: casa de nativos
Local de saída: Palmeiras Local de retorno: Lençóis

PROGRAMAÇÃO:

1º dia - Palmeiras/ Vale do Capão / povoado do Bomba

Receptivo realizado em Palmeiras, segue-se, de carro, por cerca de 23 km, com destino à Vila de Caeté-Açu, Capão. Neste percurso um pouco da história de Palmeiras poderá ser conhecida: fundada em 1890, no auge do ciclo do diamante, belos casarões ilustram a abundância que o garimpo trouxe à Chapada. O trajeto até o Vale do Capão, é realizado em estrada de chão, ladeado por matas, rios e pequenos povoados. O imponente Morro Tabor, o Morrão, é um espetáculo à parte. Mais próximo à Vila, a visão do acesso à trilha da Cachoeira da Fumaça é de caminho sinuoso, riscado em meio uma cobertura vegetal de encosta. Mais alguns minutos, atravessando a Vila, chega-se ao povoado do bomba, onde inicia-se o trekking ao Vale do Pati.

Atravessando os Gerais do Vieira, grande extensões planas que foram utilizadas como pastos e garimpo, hoje é espaço para contemplação das grandes serras, rios e pequenos córregos. Segue-se pela trilha dos tropeiros, com belo visual do conjunto da Serra do Sincorá. Vegetação de campos rupestres, plantas insetívoras, orquídeas e sempre vivas.

Descanso em casa de nativos com delicioso jantar com produtos da roça. Quartos coletivos, com camas e roupa de cama e banheiro coletivo.

2º Dia : Morro do Castelo e Cachoeira dos Funis

Café da manhã, caminhada até o Morro do Castelo chegando à caverna de quartzita, numa atitude de 1.470m, realizando travessia até o ponto de observação do Pati de Baixo. A contemplação neste local é fantástica, valendo o esforço da subida. Em tempo de chuva o roteiro poderá ser modificado para conhecer a antiga Prefeitura e o Vale do Calixto. Na volta, banho na Cachoeira dos Funis. Há ocorrência de Araponga, grande ave de matas fechadas, também chamado de ferreiro das matas, devido ao seu trinado. Jantar e pernoite em casa de nativos.

3º Dia -Travessia do Vale do Pati.

Acompanhando o rio principal, seguiremos até o Poço da Árvore, um refrescante banho em pequena cascata e num poço incrustado em meio a uma bela mata e rochedos irregulares.

A descida do Vale do Pati é uma sucessão de surpresas, casinhas de camponeses e paredões cor avermelhada. Vegetação ciliar, compondo o cenário de pedras e águas cor âmbar. Hospedagem em casa de nativos, próximo a Ponte do Império, obra realizada no período auge do ciclo do diamante. Jantar de produtos da roça.

4º Dia: Vale do Cachoeirão / Andaraí.

Café da manhã. Longa caminhada para alcançar a pacata cidade de Andaraí, passando por antigos garimpos de diamante, tocas e regos do século passado. Subindo a ladeira do Império, uma longa ascensão em zigue-zague, é momento que se visualiza o grande vale, com suas encostas verdejantes.

O colo do rio Bahiano oferece um visual surpreendente sobre toda a extensão do Vale do Pati e a Serra das Guaribas. Chegada em Andaraí às 16:00 hs, transfer para Lençóis.

 

 

 Destino Capão - Vale do Pati - Guiné

3 dias e 02 noites
Local de saída: Palmeiras Local de retorno: Palmeiras
Tempo de caminhada: 5 A 6 horas por dia
Nível de dificuldade: Avançado

1º dia: Capão - Vale do Pati: Transfer de Palmeira até o Vilarejo do Capão. Saída para trilha às 08hs de jeep até o a vila do Bomba, onde se inicia a caminhada, atravessando os Gerais do Vieira, grandes extensões planas percorridos por vários rios.. Estes altiplanos foram usados como pasto e garimpo de ouro durante décadas. Lanche e banho na Cachoeira dos Cristais. Segue pela trilha dos tropeiros, lindo visual sobre o conjunto da serra do Sincorá. Vegetação de campo rupestre, plantas insetívoras, orquídeas e sempre-viva (Paepalanthus).

Ocorrência do Gavião pé de Serra, geralmente em casal. Alojamento em casa de nativos sem luz elétrica no Pati de cima , quartos coletivos com camas e roupa de cama, banheiro coletivo.Comida deliciosa com ingredientes da roça.

2º dia: Café da manhã. Roteiro do Morro das cabras (castelo), subida até a caverna de quartzita (altitude de 1470m) e travessia até o ponto de observação do Pati de Baixo. Bromélias de mata ciliar. Ocorrência de Araponga, grande ave de matas fechadas.m binóculos. O vale do Calixto, do outro lado do morro é refugio do macaco Barbado (Alouata Caraya - Bujio). Lanche. Com tempo chuvoso o roteiro pode ser modificado para conhecer a antiga prefeitura e o vale do Calixto.. Na volta banho na cachoeira dos Funis. Jantar e segunda noite.

3º dia: Café da manhã. Trekking Pati / Vila de Guiné pela crista da serra, visual completo sobre o Gerais do Rio Preto, ocorrência do beija flor de gravata vermelha, endêmico da Chapada e do Samambaiaçu, planta pré-histórica. A volta, até o povoado de Guiné, no lado ocidental da Chapada, dura aproximadamente 4 horas e permite apreciar o paredão do Esbarrancado e o "Beco do Guiné", belíssimo colo dominando pela planície que se estende até a Serra do Barbado. O percurso de volta com o jeep passa pelos belos vilarejos de Tejuco e Lavrinha. Chegada em Palmeiras por volta de 17:30

 

 

 Destino Lençóis - Capão

A partir de Lençóis, num percurso de aproximadamente 27 km, vence-se inicialmente os caminhos escarpados das Serras dos Lençóis e Ribeirão, para logo depois acompanhar o curso do Rio Ribeirão, no rumo de suas nascentes. Neste trecho o rio ora se encaixa em canyons profundos, ora serpenteia em vales mais abertos e suaves, até alcançarmos às campinas do Morrão, local de rica beleza cênica. Do morrão a trilha inflete para o sul na direção do Capão, que encontra-se a 12 km desse verdadeiro remanescente erosivo da Serra do Sincorá.

CARACTERÍSTICAS: Duração 08(oito) horas.
Classificação da trilha: Moderado

 

 

 Destino Morro do Pai Inácio / Lençóis

Esta trilha, com cerca de 18km de extensão, corta a região do Barro Branco, um dos mais importantes centros garimpeiros da Serra do Sincorá desde meados do século XIX. Hoje, ainda são visíveis na área as marcas deixadas pela atividade mineira nos aluviões de rios e serras, locais de mais fácil concentração do cascalho precioso desagregado das rochas conglomeráticas portadoras de diamante.

A trilha, que é uma antiga estrada para carros , calçada em pedra, inicia-se na altura do Morro do Pai Inácio que está a 925 m acima do nível do mar, chegando 6(seis) horas depois em Lençóis que está a 400 m de altitude. Deixando a BR-242, atravessa-se uma antiga ponte de pedra sobre o Rio Mucugezinho, para seguir por entre as serras do Campo Alegre e do Palmitá, aos poucos a serra do Palmitá começa a baixar, formando o vale de "Zé Venta". No fundo do vale encontra-se o Rio Mandassaia. Continua a trilha seguindo o trajeto do Rio Mandassaia, entre cactos, bromélias e orquídeas, para fazermos a sua travessia no final do vale. Daí a trilha começa a subir e a ficar mais estreita no topo da ladeira, passando por uma garganta entre dois morros. Após a garganta o caminho abre bem mais com o término da Serra de Campo Alegre, dando lugar a um campo mais amplo chamado de Capão Preto. A trilha segue agora rumo ao Barro Branco. Um quilômetro após esta antiga vila, o caminho corta o córrego do Mata Burro, onde uma estrada de barro nos leva direto para Lençóis, distante ainda 5 km.

Classificação da trilha: Moderado

CARACTERÍSTICAS: Duração 06(seis) horas.

 

 

 Lençóis / Capão / Destino Fumaça / Lençóis

1º dia - A partir de Lençóis, num percurso de aproximadamente 27 km, vence-se inicialmente os caminhos escarpados das Serras dos Lençóis e Ribeirão, para logo depois acompanhar o curso do Rio Ribeirão, no rumo de suas nascentes. Neste trecho o rio ora se encaixa em canyons profundos, ora serpenteia em vales mais abertos e suaves, até alcançarmos às campinas do Morrão, local de rica beleza cênica. Do morrão a trilha inflete para o sul na direção do Capão, que encontra-se a 12 km desse verdadeiro remanescente erosivo da Serra do Sincorá.

CARACTERÍSTICAS: Duração 08(oito) horas.
Classificação da trilha: Moderado

Pernoite

2º dia - Após o café da manhã, por volta das 8:30/9:00, o destino é o Vale do Capão, onde iniciaremos uma caminha de seis quilômetros até chegar ao topo da Cachoeira da Fumaça, considerada a cachoeira mais alta do Brasil. Devido aos seus 360 metros de queda livre, a água dificilmente chega até o final da queda, pois o vento a dissipa em gotículas que em contato com o sol desenha nos paredões diversos arco-íris. Depois de presenciar esse espetáculo é hora de avistar o Morrão e recarregar as energias na Cachoeira do Riachinho.

 

 
 
 

 

 

   
 
     
       

 

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